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Como essa pequena história fará você enxergar o eterno e o infinito.

Hoje eu vou te contar uma história.

Quando você terminar de lê-la, sua alma entrará num processo de despertar. Seu cosmos interno acenderá e você enxergará a realidade como nunca antes havia feito.

Isso pois não se trata de qualquer história. É a história da pessoa que enxergou o eterno e o infinito e de como isso mudou a vida dela para sempre.

Mas antes de contar esta história, eu quero lhe fazer uma simples pergunta: alguma vez você já parou para se questionar de onde você veio?

Você poderia me responder “nasci da minha mãe” e eu teria que concordar com você.

Mas quão longe você já foi na linha ancestral?

Afinal, você é a versão presente de todos os seus antepassados. Trazemos dentro de nós todos os nossos ancestrais, juntos.

Então… se você veio da sua mãe… veio também de quem ela veio… sua avó; que veio da mãe dela, sua bisavó; que veio da mãe dela…

Você já deve estar entendendo melhor agora, certo? Essa é uma linha que vai bem mais longe… quão longe você já foi nela?

Darwin marca um ponto de retorno comum a todos nós humanos: o macaco. Mas a linha não termina aí, você consegue ver isso?

Consegue ver que o macaco também tem ancestrais que, por sua vez também são nossos! Então, seguindo a linha, teríamos mais antepassados até chegar de onde verdadeiramente viemos…

Você acha loucura eu dizer que você veio da terra, do fogo e da água? Acharia maluquice se eu dissesse que seu corpo é feito da mesma matéria das estrelas e das galáxias?

Pois esse é o mais longe que eu já cheguei nessa estrada… apenas usando fundamentos científicos e filosóficos, ou seja, sem nenhuma religião ou fé.

Lembra da história que eu prometi lhe contar? Bem, ela fala exatamente sobre de onde nós verdadeiramente viemos.

Preste atenção, pois é uma história que nos inspira a enxergar e entender o milagre de ser. E uma vez que essa visão se abre para nós, toda a forma de ver a vida e vivê-la, muda também!

A história conta que um certo dia, num certo lugar, uma pessoa resolveu atravessar o oriente e buscar por um sábio que pudesse lhe ajudar.

Este viajante tinha o desejo de entender dois conceitos que jamais havia podido compreender: o eterno e o infinito!

Então ele foi até o local sagrado dos monges budistas em busca de um sábio que pudesse ajudá-lo.

O viajante atravessou os Sete Picos rochosos, passou por enormes dificuldades para conseguir acessar o local sagrado e após muitos dias de viagem chegou ao monastério perdido.

 

Ao encontrar com seu líder sagrado, curvou-se em forma de respeito e o agradeceu por tê-lo recebido.

                ⁃             Mestre, venho de muito longe e trago dentro de mim um antigo desejo. Já sou velho e durante minha existência nunca consegui entender aquilo que chamam de eterno e infinito

                ⁃             Você nunca compreenderá… a chave para este entendimento não está disponível para o seu estágio atual de existência. Nem para o meu. – respondeu o mestre sábio.

                ⁃             Mas eu desejo ver essas coisas

                ⁃             Você pode vê-las, mas jamais poderá entendê-las..

                ⁃             Ensine-me a enxergá-las e irei embora.

Então, o mestre se aproximou do viajante e, como quem conta um segredo à um aprendiz, lhe cochichou algumas palavras ao pé do ouvido.

E a medida em que ia falando, os olhos do viajante se enchiam de lágrimas e o sorriso lhe subia ao rosto, como alguém que não conseguia esconder a alegria e a profundidade de experienciar uma catarse espiritual.

O viajante já não tinha mais motivos para ficar, sua busca havia terminado. Agora, já voltava para a casa com sua missão cumprida.

Após a sua partida, um dos discípulos do mestre se aproximou e, curioso, perguntou:

                ⁃             Mestre, aquele viajante chegou ao monastério com uma pesada carga espiritual. Agora, volta para a sua casa visivelmente leve e pleno. Qual foi o ensinamento que o senhor passou para ele que o fez vibrar numa frequência tão renovadora?

E o mestre respondeu:

                ⁃             Ele desejava ver o eterno e o infinito. Eu simplesmente mostrei à ele o caminho

                ⁃             E como o senhor fez para que ele enxergasse essas coisas? – perguntou o discípulo.

                ⁃             Eu disse à ele para olhar sua própria mão. Tudo o que ele buscava estava ali.

O discípulo queria entender melhor o que o sábio mestre havia dito e lhe perguntou:

                ⁃             Como pode ser isso mestre? Como posso enxergar o eterno e o infinito na minha própria mão?

E essa foi a revelação feita pelo mestre sábio:

Toda a matéria que compõe a sua mão é parte inseparável desta realidade… eu me refiro à realidade da matéria e das formas, a dimensão existencial onde estamos neste momento…

 

A sua mão é, na verdade, uma das centenas de milhões de formas que a matéria da qual ela é feita já passou…

A grande explosão que gerou as galáxias e tudo que nelas existe já guardava, em algum cantinho, essa mesma matéria que hoje assume a forma da sua mão.

A matéria sempre existiu e sempre existirá. A mudança de uma forma para outra não indica o seu fim, mas a sua continuidade!

Ela é eterna.

Da mesma forma, a matéria que compõe a sua mão é também infinita. Não há um ponto sequer dentro dela que não possa ser partido em outros milhares, milhões de outros.

Um simples átomo desta matéria poderia ser usado como medida para a edificação de toda uma nova galáxia, caso assim determinasse o Criador.

Quando olhamos para a nossa mão, portanto, estamos olhando parte viva de um material cósmico, em mudança constante e que é eterno e infinito.

Entender isso é entender-se também parte do eterno e do infinito agora. E a mente que se expande para essa compreensão, jamais retorna ao seu estado de origem… ela jamais olhará para seu redor da mesma forma que antes.

Ela passa a ver que tudo na verdade é feito da mesma matéria. A mão dela, o corpo e todas as coisas fora dele, tudo que existe, não somente provém da mesma origem, como na verdade são tudo uma mesma coisa, inseparável e com diferentes formas.

A matéria cósmica que cobre todas as formas parece estática aos olhos humanos, mas sua mudança é uma constante.

Todas as alterações e todas as diferenças de forma e estado que existem desde uma delicada flor até um robusto rinoceronte ocorrem por conta de um segundo elemento, tão importante quanto a matéria.

Esse elemento molda a matéria, lhe dá forma constante e cria e Recria a realidade.

Ele se chama vibração.

A vibração é o segundo grande elemento que, quando compreendido por nossa mente, abre a porta para uma compreensão oculta, secreta, ignorada pela enorme maioria das pessoas.

E a partir disso todo nosso comportamento muda, nossos sistemas de crença ruem, nosso novo eu surge.

À isso se dá o nome de despertar da alma…

Se você quer ouvir sobre vibração, esse será o tema da minha próxima letter!

Por isso, fique atento à sua caixa de e-mail.

Obrigado e até lá.

João Pedro – Quatrofolhas

Um Comentários

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